Ativo rico em Licopeno

Postado em 02:21:03 BRST 13-02-2009






LICOPENO – Tomate


O tomate (do náuatle tomatl) é o fruto do tomateiro (Solanum lycopersicum; Solanaceae). De sua família, fazem também parte as batatas, as berinjelas, as pimentas e os pimentões, além de algumas espécies não-comestíveis. O nome "tomate" pode ter tido origem nas palavras astecas "ximate", "zitomate" e "tumate", ou ainda, da palavra mexicana "tomati".





História:



Originário da América Central e do Sul, era amplamente cultivado e consumido pelos povos pré-colombianos. A maioria dos botânicos atribui a origem do cultivo e consumo (e mesmo a seleção genética) do tomate como alimento, à civilização inca do antigo Peru, o que deduzem por ainda persistir, naquela região, uma grande variedade de tomates selvagens e algumas espécies domesticadas (de cor verde) conhecidas apenas ali.



Estes acreditam que o tomate da variedade Lycopersicum cerasiforme, que parece ser o ancestral da maioria das espécies comerciais atuais, tenha sido levado do Peru e introduzido pelos povos antigos na América Central, posto que foi encontrado amplamente cultivado no México.



Outros estudiosos acreditam que o tomate seja originário da região do atual México, não apenas pelo nome pertencer tipicamente à maioria das línguas locais (Náuatles), mas porque as cerâmicas incas não registraram o uso do tomate nos utensílios domésticos, como era costume. Os primeiros contestam tal objeção, pelo fato de que muitas outras frutas e alimentos dos incas também não foram representados nas cerâmicas.



O centro de domesticação do tomate foi o México, de onde foi levado para a Europa no início do século XVI. Os primeiros países que receberam o fruto foram a Espanha e a Itália, onde foi batizado de pomo d'oro (maçã de ouro). Na França, o fruto foi utilizado somente como planta ornamental por anos, já que os franceses achavam que o tomate tinha propriedades afrodisíacas e venenosas.



O consumo de tomate teve grande aumento no final do século XIX e, hoje, ele pode ser considerado a segunda hortaliça mais cultivada no mundo, depois das batatas. A grande aceitação e apreciação dos tomates e seus derivados teve início no século XX, com a popularização do ketchup pela expansão mundial dos fast foods. A boa aceitação de pratos mediterrâneos como a pizza e a macarronada também contribui para o aumento do consumo de tomate e molhos nas últimas décadas.



No Brasil

No Brasil, a cultura foi introduzida pelos imigrantes italianos na virada do século, tendo se incrementado com a vinda dos imigrantes japoneses. A sua industrialização iniciou-se durante a Segunda Guerra Mundial, tendo-se desenvolvido rapidamente a partir da década de 70. Hoje, o Brasil situa-se entre os maiores produtores mundiais, ao lado de EstadosUnidos e Itália.



O consumo do tomate é recomendado pelos nutricionistas por se constituir em um alimento rico em licopeno (média de 3,31 mg em 100 gr), vitaminas do complexo A (carotenóides com atividade pró-vitamina A) e complexo B, vitamina C e minerais importantes, como o fósforo e o potássio, fibras, além de ácido fólico, cálcio e frutose.



Atividade Antioxidante

Os tomates são, de longe, a fonte mais rica em Licopeno (poder antioxidante muito maior que o beta-caroteno), substância que dá a cor avermelhada ao tomate, melancia, beterraba, pimentão, entre outros alimentos - antioxidante que age na neutralização de radicais livres, proporcionando proteção contra danos oxidativos, além de estimular a função do sistema imunológico. Somente agora o licopeno tem merecido destaque, sendo considerado o carotenóide mais promissor para a nutrição e saúde humana, apresentando uma atividade antioxidante bem maior que o beta-caroteno.



Os radicais livres são produzidos durante funções normais do corpo humano, como respiração e atividade física. Também são formados como resultado do hábito de fumar, superexposição ao sol, poluição do ar e stress. São altamente reativos e, se não controlados, podem danificar as moléculas importantes das células saudáveis do corpo humano. Isso pode contribuir para o desenvolvimento de várias doenças, como câncer e doenças cardiovasculares.



Os raios ultravioleta são altamente prejudicial à pele, causam envelhecimento precoce, aumentam o risco de desenvolvimento de câncer de pele. Pesquisas recentes indicam os efeitos positivos do licopeno em termos de resistência aos raios ultravioleta. O nível do licopeno na pele pode ser facilmente aumentado pelo consumo habitual dos produtos à base de tomate.





O licopeno consegue retardar o envelhecimento celular, por isso vem sido testado em células cancerígenas, ele ainda induz a formação da proteína conexina 43. Há efeito protetor de suplementos orais de carotenóides contra respostas – cutâneas à exposição solar. Estes efeitos protetores podem estar relacionados à propriedades anti-oxidantes nos carotenóides. Durante a irradiação ultravioleta (UV), a pele é exposta ao dano oxidativo.



O tomate é refrescante, tonificante e auxiliar da circulação sangüínea, além de aliviar as queimaduras do sol. Ele pode ser aplicado no rosto para restaurar sua acidez relativa depois de um tratamento de limpeza. Para aqueles com pele oleosa, podem aplicá-lo todos os dias. Já para aqueles com peles secas, apenas uma vez por semana. O suco do tomate combate a caspa e a queda de cabelo.



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